Evite confrontos!

Texto Extraído do livro Método de Boas maneiras, Profesor DeRose.

Já vi muita gente declarando: “Fulano não serve para ser meu amigo. Vou lhe dizer uma poucas e boas.”

A sabedoria popular diz que mexer no que não cheira bem só faz piorar o odor. Se o Fulano em questão não serve como amigo, o melhor é tomar uma medida amenizadora do mal-estar ou do mal entendido surgido e depois promover um afastamento cordial.

A vida me ensinou que uma pessoa que não sirva para se conviver, alguém em quem não se pode confiar, é também uma pessoa com quem devemos evitar confusão.

O que é que você ganha discutindo com alguém? Algumas pessoas fazem isso porque você andaram assistindo novelas e prenderam a “não levar desaforo para casa”. Algumas dessas pessoas nem mesmo sabem conduzir um relacionamento de amizade ou conjugal sem estar todo o tempo a contender, como se a existência devesse consistir em um incessante defender-se dos outros e proteger seu território. Isso caracteriza uma casta muito baixa. Pessoas educadas e elegantes não utilizam esse paradigma.

Quem se melindra e briga por tudo e por nada, é portador de complexado, não precisa responder a uma agressão com outra agressão.

Agora considere: quem parte para um bate-boca não pode ser uma pessoa fina. Geralmente, tem pouco a perder. Não é o seu caso. Tornar-se inimigo de uma pessoa ralé pode lhe custar dissabores futuros, ao longo de toda a sua vida. O que fazer então? Deixar o inconveniente azucrinar a sua existência? Jamais! Quem não serve para ser seu amigo deve ser afastado com arte. Dependendo do tipo de relacionamento que vocês mantiveram, promova um distanciamento progressivo e, volta e meia, tempere com uma cortesia. Por outro lado, recuse gentilmente os convites para o estreitamento da convivência, mediante justificativa aceitáveis.

O que você não deve fazer é partir para a briga, ou insultar, ou prejudicar a quem quer que  seja. A maior parte das pessoas que trabalharam comigo e que eu precisei exonerar, continuam minhas amigas. A maior parte das minhas ex-esposas continua mantendo boas relações comigo. As pessoas com que não consegui preservar o distanciamento cordial e que hoje não gostam de mim, considero que, com essas, fracassei. Felizmente foram poucas.

Isso de “ter que conversar” só funciona quando as pessoas são de fato amigas ou muito inteligentes, o que não constitui a média da humanidade! Nem com o marido e mulher essa coisa de sentar para conversar funciona muito bem. Cada qual fica na defensiva e sai briga. Isso só funciona para os terapeutas, que faturam com o diálogo. É muito melhor adotar a tática da gentileza e do carinho quando não for o caso da necessidade de afastamento. E, quando for o caso, utilize a tática de cordialidade distante. Evite a convivência, evite discutir, mas preserve o bom relacionamento, fale bem da pessoa em questão, interrompa o fluxo de alguma fofoca que surja, envie cartões de Natal, aniversário, Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia do Professos, indique alunos (se for colega) e cumprimente gentilmente quando se encontrarem. Isso não é hipocrisia. É diplomacia!

Se fizer isso, terei muito orgulho de vocês e poderei considerá-lo como alguém da nossa família, com quem terei prazer em conviver.

Texto Extraído do livro Método de Boas maneiras, Mestre DeRose.

 

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Chegaram novos lôtas!

Chegaram novos lôtas na nossa escola, aproveite para adquirir o seu.

O Lôta é um equipamento para fazer nêti kriyá, uma limpeza das narinas e do seio maxilar.

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Calendário de março

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Chai

Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português
chá. A partir de 1975, comecei a introduzir o chai no Ocidente. Adotamos o chai
como bebida oficial nas nossas escolas. No início, teve pouca repercussão.
Depois, à medida que eu viajava mais e por vários países, a influência se fez
sentir. E cresceu mais quando nossa rede de escolas e associações filiadas
tornou-se numericamente relevante e influente na vida de tantas pessoas. Daí, a
partir de um dado momento, começamos a encontrar o nosso chai em casas de chá e
até mesmo restaurantes. Em muitos deles, constava como chá yôgi, numa clara
referência à nossa escola, pois na Índia esse chá não é tomado apenas em
entidades de Yôga, mas em toda parte. Mesmo se você entra em uma loja de
comércio, oferecem-lhe logo um chai. É uma demonstração de cordialidade.
Aceitá-lo, uma demonstração de boa educação. Pois, bem, a história que quero
contar tem a ver com isso.

Como um simples chai endossa nossas
intenções de autenticidade

Na escola do Fernando Prado, em Buenos Aires, um senhor indiano levava a esposa
para praticar SwáSthya e ficava esperando por ela na recepção da escola. Não
conversava, não sorria. Quando o diretor da escola procurava ser cordial, o
maridão respondia com monossílabos. Algum tempo depois, Fernando se lembrou de
lhe oferecer um chai. O senhor indiano ergueu as sobrancelhas e redarguiu:
“Vocês tem chai? Quero ver.” Fernando serviu-lhe um chai. O senhor indiano
provou. Sorriu. Começou a conversar. Tempos mais tarde, Fernando lhe perguntou
por que depois do chai ele ficou tão simpático e antes não queria nem conversa.
Então, a glória: “Eu achava que vocês eram como os outros ocidentais que dizem
ensinar Yôga e transmitem uma deturpação ofensiva às nossas tradições. Mas
quando provei a bebida tradicional indiana, percebi que se até no chai vocês
fazem questão de autenticidade, o Yôga que ensinam também deve ser
autêntico.”

Chazinhos naturébas, não!

Por isso, fico muito triste quando visito alguma escola que diz seguir o nosso
método, mas serve chazinhos naturébas, que são um modismo ocidental
contemporâneo. Nada contra as infusões medicinais, para ser tomadas quando
necessário. Mas oferecer essas bebidas sem graça dentro de uma escola de Yôga é
subordinar-se a um paradigma equivocado, associando erroneamente Yôga com
terapia. Yôga é filosofia. Todos os dicionários e enciclopédias o definem como
tal. Sua meta, segundo Pátañjali, é o samádhi, o estado de consciência expandida
que proporciona o autoconhecimento. Se, por efeito colateral, aumenta a
vitalidade e todas aquelas consequências positivas, devemos interpretar isso
como acidentes de percurso, positivos, por certo, mas jamais como objetivo. Uma
abordagem mais séria não deve acenar com benefícios. É como se o instrutor
quisesse convencer alguém de alguma coisa, ou como se quisesse vender algo a
alguém. Mais nobre é praticar o Yôga pelo Yôga e não visando a benefícios
pessoais. Este posicionamento está muito claramente exposto em nossos livros,
sempre que, pela exigência do capítulo, somos obrigados a mencionar os tão
decantados “benefícios do Yôga”. Não negamos que eles existam, mas preferimos
não fazer apelação. Ao não oferecer benefícios terapêuticos e não aplicar
misticismo, fica evidenciada a seriedade do nosso trabalho.

Como preparar o chai
(Texto extraído do livro
Alimentação biológica, do Comendador DeRose)

Na Índia, o chai é feito com leite e, eventualmente, com condimentos. Muitas
vezes, vi os hindus preparando o chai na rua. É muito simples.

Eles colocam em uma panela sobre o fogo a quantidade desejada de água, para
um copo, dois copos etc. Juntam a quantidade de leite que é quase igual à de
água. Colocam a erva do chá preto e o açúcar. Quando sobe a fervura, está
pronto! Retiram do fogo e servem.

No entanto, o chá preto não deve ferver porque se torna tóxico. Claro que uma
leve fervura não faz mal, porém se puder evitar é melhor. Então, sugiro que você
coloque a água para ferver antes, desligue o fogo e – só então – coloque a erva
do chá preto, o leite e o açúcar. Açúcar branco, é claro! Na Índia nunca vi o
tal de açúcar mascavo. Mas se quiser, tome sem adoçar, pois o adoçante
artificial é execrável.

Masala tea, ou masala chai, é o que leva especiarias. Existe um
composto que se pode encontrar em alguns importadores de condimentos, denominado
tea masala. Masala (pronuncie “massála”) é masculino e significa
blend. Basta colocar um pouco do pó, a gosto.

Ginger tea, ou ginger chai, é feito com gengibre, o qual deve ser
cortado em fatia finas ou ralado e posto na água que vai ferver. Nesse caso,
deixamos ebulir alguns instantes para retirar o sabor e os princípios ativos do
gengibre, antes de prosseguir na confecção do chai.

Para variar e também para dar uma refrescada no hálito, pode-se acrescentar
cardamomo. Ou em pó, ou em sementes. Neste caso, retiramos as sementes da palha
e esmagamo-las com uma faca ou pilão.

É de bom tom coar antes de servir, a fim de evitar fragmentos do gengibre ou
do cardamomo.

Use um tipo de chá preto forte. As marcas inglesas costumam ser as melhores e
são produzidas na Índia. Os melhores chás ingleses são do tipo Assam e
Darjeeling, pois deixam o chai encorpado, com boa cor, aroma e sabor. Os chás
pretos sul-americanos não devem ser utilizados porque são muito fracos e têm um
sabor bem diferente, em nada aparentado com o do verdadeiro chá preto indiano.
No Brasil, os chás indianos ou ingleses são muito caros, mas na Inglaterra e nos
Estados Unidos são extremamente baratos. Vale a pena fazer uma viagem para se
abastecer.

E um bom chai para você!

Receita-padrão do chai Método DeRose

O chá indiano de especiarias faz parte da rotina dos alunos do Método DeRose.
Antes ou depois da prática há sempre um momento para o chai e uma boa
conversa.

INGREDIENTES PARA UM AUTÊNTICO CHAI:

- 500 ml de água;
- Meio copo de gengibre ralado.
- 500 ml de
leite;
- 5 sementes de cardamomo;
- 2 unidades de canela em pau;
- 6
colheres (de sopa) de açúcar;
- 3 colheres (de sopa) de chá preto;

MODO DE PREPARO:

Ferva a água e adicione o gengibre, o cardamomo e a canela. Acrescente o
leite, o açúcar. Desligue o fogo e coloque o chá preto para infusão por cerca de
3 minutos. Por último, coe.

Obs.: o chai só estará pronto quando a cozinha estiver limpa e
organizada.

 

Assista ao video que ensina a fazer o chai

http://www.youtube.com/watch?v=6Ysy35h7knw

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Calendário de Fevereiro

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Gourmet!

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Teremos um jantar na Unidade Borba Gato, nesta sexta-feira, 3/fev, às 21h. Vamos fazer o “Palmito a beira mar”. Uma receita criada por uma professora do Método DeRose chamada Rosângela de Castro.

Venha comer bem, divertir-se e vivenciar os conceitos de Nossa Escola!

As inscrições devem ser feitas com antecedência.

O valor do jantar é de R$ 30, com direito à toda alimentação, sucos e sobremesa.

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Curso Filosofia Shakta – Mestre DeRose

Teremos um curso com o Mestre DeRose. Será no dia 17 de março, na Unidade
Borba Gato em São Paulo. O tema será Filosofia Shakta, só para instrutores.

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Cursos 2012

Este ano aproveite para aprender mais com os cursos oferecidos pela Unidade Borba Gato.

Inscrevendo-se para 3 cursos ministrados pelo Milton você tem uma redução de 20% do custo.

 

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Calendário de atividades de Janeiro

Olha as atividades que teremos esse mês. Programe-se e venhar participar dos nossos eventos!

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